Por: Anderson Kreutzfeldt | 07/02/2014

3568409530_389bce008b_b_1

Uma vez tive uma namorada que me obrigou a excluir 12% dos meus amigos. É quase a mesma coisa, né?

Nesta terça-feira, 4, a maior criação de Mark Zuckerberg completou 10 anos. Ela chega ao seu aniversário como a rede social dominante no mundo, usada por 57% de todos os adultos e 73% de todas as pessoas entre 12 e 17 anos. O Pew Research Center mostra em um novo estudo que o uso está só se intensificando: 64% dos usuários adultos visitam o site diariamente, contra 51% em 2010. Entre os adolescentes, diferentemente do que tem sido repetido ultimamente, o Facebook não está sendo abandonado, diz a pesquisa.

O estudo mostra como as pessoas estão usando a ferramenta e o que eles gostam ou não em relação a ela. De acordo com a análise, alguns usuários não gostam de certos aspectos do Facebook, mas o medo de perder atividades sociais não é um deles. O que mais deixa as pessoas mais incomodadas é o excesso de compartilhamentos de alguns amigos, além de gente que te marca em fotos sem a sua permissão.

Por outro lado, o “medo de perder a vida real” se faz presente em apenas 5% dos usuários — 84% dizem que esse aspecto não os incomoda de maneira nenhuma. A pesquisa ainda aponta que mulheres e homens, muitas vezes, têm razões diferentes pelas quais usam o Facebook, mas tudo começa com compartilhamentos e risos.

Os usuários afirmar gostar sobretudo de fotos e vídeos de amigos (47% dizem que esse é um dos principais motivos pelos quais usam a rede social), a capacidade de compartilhar com muitas pessoas ao mesmo tempo, as atualizações de outras pessoas e o conteúdo humorístico.

Apenas 15% dos adultos têm mais de 500 amigos em sua rede. Usuários mais jovens tendem a ser mais populares: 27% dos usuários de 18 e 29 anos têm mais de 500 amigos em sua rede. O curioso é que 12% dos usuários contam que alguém já os fez dar um “unfriend” em outra pessoa. Esses pedidos de remoção tendem a vir principalmente de outros amigos (35%), cônjuges (12%) ou parceiros em relacionamento sério (23%).

via @Galileu