20 de agosto de 2008 , 10h11
r.3
Por
r.3

Alien chess


Delírio nerd: tabuleiro de xadrez com personagens da série Aliens.

Apenas 500 unidades foram produzidas, para os nerds se estapearem na possibilidade de escolher dar xeque-mate na Rainha Alien (ela é o rei) ou eliminar marines que são torres.

Vendas esgotadas, o post tá só pra registro.

Veja mais imagens clicando aqui.


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20 de agosto de 2008 , 09h08
Max Pires
Por
Max Pires

Um novo concorrente para o Iphone


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A Samsung se prepara para se opor a Apple apresentando o Instinct. Além de ter o design bem semelhante ao iPhone, o Instinct tem acesso à banda larga 3G (EV-DO); GPS; tela sensível ao toque de 3,1 polegadas e obviamente, navegação por multi toques. Para completar as características: buetooth estéreo, mensagens gravadas com acesso visual (visual voicemail), 8 GB de memória interna, slot para cartões MicroSD e uma camêra de 2MegaPixels.

A camêra tem qualidade razoável, mas o slot para cartões é uma das maiores necessidades do usuário de telefones como esse. Cartões microSD de 2GB podem ser encontrados no mercado brasileiro por R$ 39,00.

A grande inovação é o sistema de vibração quando a tela é tocada dando a sensação de cliques. A Samsung está levando bem a sério a idéia de um concorrente no mesmo nível do consagrado iPhone.

Inicialmente, o aparelho estará disponível somente nos EUA para usuários Sprint, operadora de telefonia móvel, que investiu 100 mil doláres na campanha desse aparelho. Resta saber se o Samsung Instinct irá chegar ao mercado brasileiro antes do iPhone.

De qualquer forma, suas características já garantiram o prêmio “Melhor em Exposição” na conceituada feira CTIA Wireless 2008, em Las Vegas.
Visite o Site oficial do Instinct.

Veja este vídeo que compara algumas funções dos dois aparelhos.

Informações tiradas do Plus GSM.


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20 de agosto de 2008 , 08h57
Carlos Schroeder
Por
Carlos Schroeder

Veredas


VEREDAS_revista virtual de literatura do Vale

Mais um conto inédito!

Todas as quartas, um novo texto (ambientado na região)!

Hoje apresento um texto de Fernando Bastos: ilustrador, artista plástico e chargista de Jaraguá do Sul. Ele participou das coletâneas “Contos jaraguaenses” e “Jaraguá em crônicas”, e desde 2007contribui com artigos e contos no site “Recanto das Letras”. Em “Gêmeos”, que vemos abaixo, ele exercita a crítica social e nos faz refletir sobre o conceito de amizade e memória (”Os verdadeiros paraísos são os paraísos que se perderam” - Proust).

Gêmeos - Fernando Bastos

Um trem. Um longo apito que deslizava para dentro da casa (contígua aos trilhos).  Conchinhas do mar, caídas dos vagões de carga que chegavam de São Francisco faziam nossa alegria. Brancas, mosqueadas, coloridas, se transformavam em lutadores de “telecatch”, índios, mocinhos, e tudo o mais que a imaginação de Toninho alcançava.

Na imitação dos seriados de “farwest” da TV preto e branco, palito de fósforo era cavalo, e conchinha, o cavaleiro. Quando um bandido era alvejado por tiro certeiro, o menino sonhador golpeava com um pedra a conchinha, que se estilhaçava em caquinhos. Morto. “Quem mandou roubar o banco, seu bandido miserável?”. Sentado sobre os calcanhares, conduzia sua história, maneando mocinhos e bandidos sobre cavalos velozes e interpretando as falas dos personagens. Eu era seu único espectador. Ficava de cócoras também, e, conforme o cenário mudava, eu o seguia, com seus exércitos e carruagens de caixinha de fósforo. Confesso que às vezes, preferia as aventuras de Toninho aos seriados de verdade. Era dois anos mais velho do que eu. Já freqüentava escola, e diziam, era o melhor da turma. Eu me orgulhava de ser seu amigo. Dizia para os que  me perguntavam, que era meu irmão gêmeo, apesar da diferença de cabelos e rostos. Acho que eu nem sabia o que era “gêmeos”, mas parecia à época que isso significava mais que irmão, e de fato, Toninho para mim era como um irmão especial, aquele que tanto desejei, e nunca chegou. E o amava ternamente, como amamos alguém da própria família.

Na minha infância fora a mais feliz das crianças. Tinha pouco e tinha tudo. Mas fiquei triste mesmo foi quando os pais de Toninho mudaram para outra cidade. Minha mãe quis saber por que eu não queria almoçar. Nem o jantar foi tocado. Claro, ela sabia. Mãe sempre sabe de tudo. Aos poucos me acostumei sem as brincadeiras de conchinhas. Tentava copiar as cenas do meu amigo ausente, mas não era a mesma coisa. Entrei para a escola e fiz novas amizades. Abandonei as conchinhas e peguei gosto pela bola. Futebol todo dia na palha de arroz, que caía em miríades de cascas da calha do engenho da nossa rua. Hoje, ali perto, fica o shopping da cidade. Nosso campinho era o único, pelo menos assim eu pensava, que em vez de terra ou grama, era de casca de arroz. Podia cair e não se machucava. A família de Toninho retornara. Sem o pai. Pelo que eu soube, morrera numa troca de tiros com a polícia. O velho Tony havia entrado para o mundo de arrombadores de carro. Deu-se mal.

Toninho bebia uma cerveja num bar do centro; nem me reconheceu. Estava cabeludo, e parecia que não tomava banho a uma semana. Fui lá e o cumprimentei. Demos boas risadas ao lembrar os tempos de meninice. Olhei para Toninho enquanto ele relembrava um episódio qualquer do nosso tempo, e percebi que o irmão desejado não era mais o mesmo. Minha necessidade de um irmão se desvanecera, e, de chofre, perdeu-se o encanto que a figura de Toninho me causava. Agora, era eu quem queria abandoná-lo. Não tínhamos mais brincadeiras, nem índios e mocinhos. Nada nele me interessava. Para falar francamente, a figura dele me enojava. Eu, ali, de terno e gravata, advogado bem sucedido, e ele, pobre miserável, de alma esmolambada.

Por caridade, ainda lhe reservei alguns minutos da minha atenção. Não que isso me deleitasse ou que fosse sinal da minha beatitude. Todo ato é egoísta, fazemos antes, por nós mesmos. Até a mãe caridosa que espera o filho de madrugada, com prato de comida sobre a mesa, faz antes por ela mesma, por sua paz de espírito. Sem saber, ela é grata ao filho por ajudá-la a se sentir menos réproba. Já na faculdade de direito, havia aprendido que “Não há ação por outros pela qual o sujeito não queira, ao mesmo tempo, algo para si mesmo”. Sempre lembrava dessa frase de Rudolf Von Jhering quando ia defender algum cliente. A compaixão, como disse Nietzsche, não é uma virtude, antes, um traço que apenas evidencia a fraqueza humana. Um aspecto grotesco da moralidade cristã, que despreza os bens da terra, por uma ilusão posterior.

Voltei a prestar atenção em Toninho, que falava sem parar. Confessou-me que se viciara em crack, aos doze anos. Começou com cola, gasolina, e aí lhe deram maconha. Depois mergulhou na cocaína, heroína e todo tipo de bolinha que aparecesse. Não era de estranhar seu aspecto cadavérico e desgrenhado. Disse-me que passara por várias internações, e numa delas, conhecera o inferno. Nem Dante teria imaginado algo pior. No segundo compartimento, conforme o poeta italiano, eram punidos aqueles que cometiam violência contra si mesmos. As Harpias – monstros horríveis com rosto de mulher, corpo e asas de abutre - devoravam o condenado, já transformado em árvore.


“As Harpias, que a fronde lhe devoram,

Causam-lhe dor, que rompe em voz plangente.”

Toninho disse-me que o segundo compartimento do inferno era o segundo andar do hospital que ficara por tantas vezes. Viu de tudo. Cobras que enlaçavam seu pescoço e sugavam-lhe um sangue escuro de veias grossas como canos de construção. Besouros do tamanho de sapos que subiam-lhe pelo rosto e comiam-lhe os olhos.  Um ano depois dessa conversa, estamos frente a frente. Ele, num leito de hospital, todo rodeado de tubos e agulhas. Seus olhos estão secos, sem brilho. Meu irmão está morrendo. O irmão gêmeo que tive, e por tanto tempo, não me fora revelado, falecera no dia do parto.

Edição: Carlos Henrique Schroeder é crítico literário, escritor e editor. Autor de oito livros, dentre eles A rosa verde (Edufsc) e Ensaio do Vazio (7 letras). É editor da Design Editora e da Editora da Casa. Assessor do SESC Santa Catarina na área de Literatura. É curador da Feira do Livro de Jaraguá do Sul e do Cineclube de Jaraguá do Sul. É cronista fixo (escreve aos sábados) nos jornais A notícia e O Correio do Povo e suas oficinas já formaram mais de uma centena de escritores.


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20 de agosto de 2008 , 08h22
Marcelo Lamas
Por
Marcelo Lamas

Jaraguense no Mundial


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A jaraguaense Jussara Bisoni embarca hoje para a Alemanha, onde vai integrar a Seleção Brasileira Juvenil de Bolão 16.

O Mundial de Seleções será disputado entre os dias 27 e 30 de agosto em Morbach.

A bolonista Jussara foi Campeã Mundial de Clubes em junho, atuando pelo Canto União de Estância Velha / RS. Acumula vários títulos estaduais e nacionais na carreira iniciada aos 13 anos.

O Bolão é um esporte que foi trazido ao Brasil pelos alemães, no início da imigração. Apresenta duas modalidades: Bolão 23, onde a bola tem 23cm de diâmetro e pesa de 10 a 12 Kg, e o Bolão 16, onde a bola apresenta 16cm de diâmetro e pesa 4kg. O Bolão 16 exige muita concentração do atleta, além disso, é preciso ter precisão e habilidade para cumprir as regras do jogo no tempo determinado.

Boa sorte Jussara!


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20 de agosto de 2008 , 02h42
r.3
Por
r.3

Bronze nada, papelão


O outro lado das Olimpíadas e as relações internacionais:

Levar bronze nas Olimpíadas nos desgraça como Nação Olímpica, não como nação em geral.

O que nos desgraça como nação em geral, e é um tapa na cara nos ufanistas que arrotam que o Brasil é o “celeiro do mundo” é descobrir que…

O Brasil vai importar da China VINTE E TRÊS MIL TONELADAS DE FEIJÃO PRETO em 2008.

É sério. A estimativa para 2008 é de 50 mil toneladas importadas. Até da Argentina.
“Agora, todo o feijão consumido no Brasil vem de fora”

Na boa. Esqueçam o Ouro Olímpico. esqueçam tudo. Quando a gente não consegue plantar FEIJÃO, que é uma bosta que todo mundo sabe que cresce em algodão molhado dentro de copinho de plástico, e trazer do outro lado do mundo é mais barato que plantar aqui, é hora de repensar o país como um todo.

Ou fechar e vender pra Israel, sei lá.

Sem mais a acrescentar.


Tirado lá do Contraditorium.


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20 de agosto de 2008 , 12h25
Max Pires
Por
Max Pires

Homem esfaqueia amigo que voltou do mercado com poucas cervejas


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Uma discussão sobre a quantidade de cervejas que podem ser compradas com US$ 10 no Alabama terminou com um homem hospitalizado com graves ferimentos, e outro acusado de agressão.

Grady “Skip” Willburn Dollar, de 64 anos, foi acusado de esfaquear Mickey Joe Hill, de 37 anos. O motivo? Mickey teria comprado “pouca cerveja” com o dinheiro de Grady.

Segundo as autoridades, os dois homens estavam bebendo juntos. Quando a cerveja acabou, Grady deu US$ 10 para Mickey e pediu que ele comprasse mais cervejas. O companheiro voltou com apenas quatro latas de uma cerveja barata. Grady ficou inconformado e disse que o amigo deveria ter conseguido pelo menos o dobro de unidades da mercadoria.

Os dois começaram a discutir, quando Grady pegou uma faca na cozinha e golpeou o amigo, que foi hospitalizado mas não corre maiores riscos. Grady foi liberado depois de pagar fiança de US$ 5 mil.

Notícia do G1.


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19 de agosto de 2008 , 02h00
Max Pires
Por
Max Pires

Fanfarrão


Um homem ignorou a força da tempestade Fay e resolveu praticar kitesurfe em uma praia da Flórida. Ele foi arremessado pela força do vento contra um prédio e sofreu diversas fraturas.


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19 de agosto de 2008 , 01h59
Max Pires
Por
Max Pires

Bronze Brasil


Que o Brasil é um fiasco nestas olimpíadas todo mundo já sabe, no momento ocupamos a 39º posição no quadro de medalhas, atrás de potências como a Mongólia, Azerbaijão, Cazaquistão, Belarus (Belarus??) e Geórgia.

Como aqui no Brasil a gente sempre arruma um jeitinho pra ficar feliz, um blogueiro resolveu facilitar para os nossos atletas e criou o Bronze Brasil 2008, blog dedicado a mostrar as glórias dos nossos atletas de bronze.

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Olha o que ele escreveu sobre a conquista da medalha de outro pelo Cielo.

“Plantão - Cielo Filho deixa escapar o bronze

Na final dos 50 metros livre, o nadador Cielo Filho não soube administrar bem o ritmo. Ficou na frente de ponta a ponta. O verdadeiro espírito olímpico - e as regras de cavalheirismo - manda dividir um pouco a liderança com os outros atletas.

Realmente a prova dos 50m é bem complicada. Trata-se de um deslocamento muito curto, onde os nadadores ficam bastante embolados. Fica complicado saber se vocês está em segundo ou em quarto. Mas é aí que se reconhecem os verdadeiros campeões. Cielo deve se contentar com o ouro.“

Porém, não devemos nos desesperar. O Brasil ainda é destaque no insólito ranking do Bronze Brasil. Estamos lado a lado com potências olímpicas como Alemanha e Cuba.

….

E o Brasil resolveu investir mesmo no Bronze, nossa seleção masculina de futebol já fez a parte dela.


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19 de agosto de 2008 , 10h59
Max Pires
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Max Pires

Sai Ivo, entra Cecília


Está previsto para hoje, em Jaraguá do Sul, o anúncio da renúncia da candidatura do ex-prefeito Ivo Konell (DEM), que será substituído pela mulher Cecília. O vice continua o mesmo: o também ex-prefeito, Irineu Passold (PSDB).

A comunicação formal e oficial será feita pelo senador Raimundo Colombo, que hoje ontem em Florianópolis com Konell. O advogado Nelson Serpa o advertiu dos riscos de ganhar (a eleição) e não levar, tendo em vista um processo que não cabe mais recurso, além de outros que correm contra o ex-prefeito.

Colombo vai a Jaraguá acompanhado de dirigentes e lideranças partidárias.

Notícia do Blog do Prisco.


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19 de agosto de 2008 , 10h57
Max Pires
Por
Max Pires

Começa hoje a propaganda nas rádios


Começa hoje a propaganda gratuita no rádio em Jaraguá do Sul, Guaramirim, Massaranduba e Corupá. Só Schroeder não terá transmissões por não ter emissora de rádio que funcione na cidade.

Os programas terão duração de meia hora e serão exibidos das 7 horas às 7h30 e das 12 horas às 12h30. O horário eleitoral reserva aos candidatos a prefeito as segundas, quartas e sextas-feiras até 2 de outubro. Os programas das terças, quintas-feiras e sábados são para candidatos a vereador.

Além da propaganda, os candidatos terão direito a 30 minutos de inserções diárias durante toda a programação das rádios.

Nota do AN Jaraguá.


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